INTERNACIONAL

Brasil Soberano: governo define plano para aplicar R$ 13,5 bilhões em linhas de crédito para empresas afetadas pelo tarifaço

O governo publicou, no “Diário Oficial da União” (DOU) desta segunda-feira (24) uma resolução que aprova a aplicação de R$…

O governo publicou, no “Diário Oficial da União” (DOU) desta segunda-feira (24) uma resolução que aprova a aplicação de R$ 13,5 bilhões em linhas de financiamento para socorrer empresas afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos contra produtos brasileiros e por conflitos internacionais. A a alocação dos recursos foi aprovada pelo Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano, um pacote de medidas anunciado pelo governo em julho. Do montante total de R$ 13,5 bilhões, a maior fatia, de R$ 5 bilhões, será destinada especificamente ao apoio de exportadores e de cadeias de fornecimento afetados pelo aumento das alíquotas de tarifas aplicadas pelo governo norte-americano. Outros R$ 3,5 bilhões serão alocados para companhias e fornecedores que comercializam com países do Golfo Pérsico, com o objetivo de amortecer os reflexos econômicos decorrentes do conflito no Oriente Médio. Em relação aos recursos restantes: R$ 2 bilhões vão para projetos industriais e tecnológicos nas etapas de lavra associadas a beneficiamento, refino ou transformação de minerais; R$ 2 bilhões serão direcionados à produção e fabricação de fertilizantes ou de intermediários para o setor; R$ 1 bilhão vai para setores industriais de relevância para a balança comercial brasileira. Poderão ter acesso às linhas de crédito do Brasil Soberano: empresas, cooperativas e associações exportadoras de bens industriais, bem como seus respectivos fornecedores produtores e exportadores da agricultura e pecuária empresas e fornecedores ligados à exportação de recursos minerais Os beneficiários poderão utilizar os recursos para aquisição de máquinas, reforço do capital de giro, inovação tecnológica, entre outras finalidades. A fiscalização e o acompanhamento das operações ficarão a cargo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O banco deverá enviar relatórios mensais ao Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano, detalhando o volume de propostas aprovadas, contratos firmados e valores efetivamente desembolsados.

Pontos-chave

  • O governo publicou, no "Diário Oficial da União" (DOU) desta segunda-feira (24) uma resolução que aprova a aplicação de R$ 13,5 bilhões em linhas de financiamento para socorrer empresas afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos contra produtos brasileiros e por…
  • A a alocação dos recursos foi aprovada pelo Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano, um pacote de medidas anunciado pelo governo em julho.
  • Do montante total de R$ 13,5 bilhões, a maior fatia, de R$ 5 bilhões, será destinada especificamente ao apoio de exportadores e de cadeias de fornecimento afetados pelo aumento das alíquotas de tarifas aplicadas pelo governo norte-americano.
  • Outros R$ 3,5 bilhões serão alocados para companhias e fornecedores que comercializam com países do Golfo Pérsico, com o objetivo de amortecer os reflexos econômicos decorrentes do conflito no Oriente Médio.

Síntese

Em síntese, “Brasil Soberano: governo define plano para aplicar R$ 13,5 bilhões em linhas…” reúne os seguintes desdobramentos: Em relação aos recursos restantes: R$ 2 bilhões vão para projetos industriais e tecnológicos nas etapas de lavra associadas a beneficiamento, refino ou transformação de minerais; R$ 2 bilhões serão direcionados à produção e fabricação de fertilizantes ou de intermediários para o setor; R$ 1 bilhão vai para setores industriais de relevância para a balança comercial brasileira. Poderão ter acesso às linhas de crédito do Brasil Soberano: empresas, cooperativas e associações exportadoras de bens industriais, bem como seus respectivos fornecedores produtores e exportadores da agricultura e pecuária empresas e fornecedores ligados à exportação de recursos minerais Os beneficiários poderão utilizar os recursos para aquisição de máquinas, reforço do capital de giro, inovação tecnológica, entre outras finalidades. A fiscalização e o acompanhamento das operações ficarão a cargo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O banco deverá enviar relatórios mensais ao Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano, detalhando o volume de propostas aprovadas, contratos firmados e valores efetivamente desembolsados.

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

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Gustavo Azevedo

Gustavo Azevedo

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